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Câmeras já arrecadadas: 08 unidades
Faça sua doação e ajude o IOP a adquirir novas armadilhas fotográficas.
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No Brasil, a espécie enfrenta uma combinação de ameaças que afeta a quantidade de indivíduos e a qualidade de seus habitats. Biomas como Mata Atlântica, Cerrado e Pantanal já perderam grande parte de sua vegetação nativa, o que reduz as áreas disponíveis para caça, reprodução e deslocamento dos animais.
Ao mesmo tempo, esses felinos passam a circular mais perto de áreas rurais, onde surgem novos riscos e desafios.
O projeto Corredor da Onça atua no maior e mais importante corredor ecológico da espécie no mundo, que fica na região do Rio Araguaia.
São mais de 3.000 km de extensão conectando os biomas Amazônia e Cerrado, que permite o fluxo genético da espécie e contribui para sua sobrevivência a longo prazo.
As armadilhas fotográficas são câmeras especiais, resistentes ao sol e chuva, e que fotografam qualquer animal que passa por ela.
O IOP instala essas câmeras ao longo do Rio Araguaia para monitorar a onça-pintada e suas presas naturais, e mapear a biodiversidade e a distribuição da espécie na região.
Com mais de 20 anos de trabalho, o IOP é o maior e mais respeitado Instituto dedicado à conservação da espécie no mundo.
Ao doar, você contribui diretamente com o projeto de pesquisa Corredor da Onça, e ajuda a garantir a sobrevivência da espécie.
O maior plantel reprodutivo de onças-pintadas do mundo, com +60 nascimentos da espécie bem-sucedidos em um local que une ciência e manejo responsável para garantir o futuro genético da espécie.
O projeto Ilha das Onças estuda como as onças-pintadas sobrevivem em alta densidade populacional, com poucos recursos e espaço limitado. Em Maracá-Jipioca (AP), já foram registrados 6,7 indivíduos por 100 km² e travessias de até 6 km de mar até o continente.
O projeto No Rastro da Onça busca mapear todas as onças-pintadas do Brasil, unindo especialistas e tecnologias para gerar dados que orientarão ações de conservação mais eficazes e duradouras.
O IOP realiza pesquisas no Pantanal com uso de coleiras GPS para entender o comportamento da onça-pintada e reduzir conflitos com pecuaristas, que existem há mais de dois séculos.
O projeto mapeia a presença da onça-pintada no Cerrado com apoio de voluntários, por meio da Ciência Cidadã, utilizando armadilhas fotográficas para gerar dados científicos.
São câmeras automáticas instaladas na mata que tiram fotos e gravam vídeos sempre que detectam o movimento e o calor de um animal.
Elas permitem monitorar e mapear as onças e suas presas naturais de uma determinada região, identificar por onde elas passam e como utilizam o território para sobreviver. Tudo isso ajuda a criar estratégias mais eficazes de conservação.
São faixas contínuas de vegetação nativa que conectam áreas fragmentadas, possibilitando o deslocamento de animais e o intercâmbio genético entre populações.
É o maior projeto de corredor ecológico da espécie do mundo, com mais de 3.000 km de extensão e conecta os biomas Cerrado e Amazônia, garantindo a diversidade genética da espécie.
Sim, as doações são totalmente seguras e 100% do valor arrecadado será usado para a compra de armadilhas fotográficas que serão instaladas ao longo do Rio Araguaia.
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